Realidade vivenciada pelas comunidades em vulnerabilidade social é tema de conversa
27 de abril de 2018 Notícias, Portal

Conversa com assistente social (16)Os adolescentes matriculados no Ensino Médio do Colégio Notre Dame Aparecida participaram, na quinta-feira (26), de conversa com a assistente social Cecília Paz dos Santos – que atua no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do bairro Floresta.

O bate-papo vem ao encontro da proposta pedagógica, implementada neste ano letivo, para o nível de ensino. Afinal, o envolvimento em projetos sociais está sendo incentivado, a fim de que os estudantes transformem seu conhecimento em ações capazes de contribuir para a construção de um mundo melhor.

Contudo, antes de elaborá-las e efetivá-las, eles estão conhecendo a realidade das áreas de vulnerabilidade social existentes em Carazinho, por meio de conversas com profissionais que atuam nesse locais.

Um deles é Cecília, que esclareceu aos jovens o objetivo e a importância da atuação das unidades de atendimento que compreendem a Secretaria Municipal de Assistência Social, como o Cras. Segundo ela, os serviços socioassistenciais visam oportunizar aos seus usuários o acesso a direitos básicos a todos os seres humanos, como saúde, habitação, educação, alimentação e trabalho.

Conversa com assistente social (23)Além disso, a assistente social elencou alguns dos benefícios direcionados às famílias que procuram apoio no Cras e descreveu os critérios exigidos para o seu recebimento.

A visitante, ainda, explicou que, muito mais que destinar benefícios, o serviço atua no desenvolvimento de programas, projetos e ações de fortalecimento dos vínculos familiares, voltados a diferentes públicos, como crianças, adolescentes, idosos, gestantes, pessoas com deficiência, dependentes químicos e vítimas de abandono e violência – independentemente de classe social.

Ela, por fim, relatou aos educandos a realidade vivenciada pelas comunidades que vivem em situação de pobreza e vulnerabilidade social, na área de abrangência do Cras Floresta – que realiza cerca de 350 atendimentos mensais e acompanha, semanalmente, mais de 80 famílias. Além disso, partilhou com eles as necessidades e apelos desses indivíduos, ressaltando a importância de conhecer o contexto de vida de uma pessoa antes de emitir opinião sobre ela e, principalmente, de valorizar o ser humano, respeitando o seu direito a uma vida digna.